Processo de investigação de paternidade leva 63 anos para ser julgado no STF, e até advogados já morreram – Folha de S. Paulo
Quando o jovem Paulo Roberto Menezes entrou na Justiça com um pedido de investigação de paternidade, em 21 de abril de 1956 na cidade de Alegrete (RS), certamente não imaginava que a ação só teria julgamento definitivo 63 anos depois. Seu intuito era ...
