O casamento entre pessoas do mesmo gênero era proibido no Brasil e enfrentou muita burocracia até começar a ser reconhecido perante a lei. O assunto foi ganhando ares de naturalidade e, pelo menos entre os mineiros, já não é mais um tabu. É o que indica pesquisa realizada pelo Grupo Mercadológica, em parceria com o jornal O Tempo, entre os dias 16 e 19 de julho. Segundo ela, seis em cada dez pessoas são favoráveis à concessão dos mesmos direitos hoje presentes na união heteroafetiva à união homoafetiva.
O levantamento ainda aponta que 62,8% da população é contra a intervenção do governo na questão, acreditando que cada pessoa deve decidir com quem se casar, e, além disso, a sociedade deve garantir os mesmos direitos, independentemente da orientação sexual. Em contrapartida, 29% considera legítima a diferenciação e acredita que a união homoafetiva não pode ter os mesmos direitos do casamento heterossexual. Os indecisos representam pouco mais de 8%.
Vale a menção de que a questão religiosa exerce influência na opinião da população. Quando a pergunta é feita aos evangélicos, por exemplo, são 55% os contrários ao direito à união homoafetiva, quase o dobro do índice geral e bastante superior ao dos católicos (19,9%) ou de pessoas com outras crenças (26,5%). No que tange ao sexo, a maioria dos homens (61,5%) rechaça uma lei que diferencie a união homoafetiva, enquanto 34,3% acreditam que o Estado deveria impor restrição por meio de lei.
Em 2011, o Supremo Tribunal Federal (STF) reconheceu por unanimidade como entidade familiar a união estável homoafetiva. Dois anos depois, a Resolução 175 de 2013 do Conselho Nacional de Justiça regulamentou a vedação aos cartórios à “recusa de habilitação, celebração de casamento civil ou de conversão de união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo”.
*Com informações do jornal O Tempo
Fonte: Jornal da Manhã
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